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O Guia Que Você Precisa Sobre Aloe Vera ou Babosa

Aloelive      quinta-feira, 9 de agosto de 2018

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O artigo O GUIA QUE VOCÊ PRECISA SOBRE ALOE VERA OU BABOSA é um conteúdo que não poderia faltar nesse orbe tão universalisador do conhecimento que é a internet, na chamada sociedade da informação.

Trata-se de um conteúdo do interesse de todos aqueles que apreciam o poder terapêutico das plantas medicinais e, além disso, se informam e buscam serem usufrutos dos benefícios à saúde.

A planta alvo desse artigo foi escolhida por ser a mais popular, com maior potencial terapêutico e uma das que são bem pesquisadas no mundo científico.

É a erva que conquistou o senso comum e agora recebe o aval da ciência, confirmando as mais antigas afirmações de nossos avós sobre o poder medicinal dessa planta

Ressalvamos também que todas as abordagens feitas sobre a babosa têm um foco nutricional, de complementação a processos medicinais de tratamento, ganhando uma importância secundária e jamais com configuração medicamentosa.

A planta por suas propriedades nutritivas é um alimento e não um remédio fitoterápico.

Além disso, enfatizamos que a Aloe vera, nome científico da erva, não cura nada e ninguém, assim como nenhum nutrimento ou medicamento.

Ela aumenta o poder de auto-cura do organismo, que não é algo simples, lhe fornecendo um coquetel de nutrientes e componentes ativos na medida certa para o próprio buscar a sua recuperação.

Este artigo está formatado em três blocos: 

O primeiro se reporta à História e traz os marcos históricos que contribuíram para o surgimento da medicina natural e do uso terapêutico da babosa.

O segundo dá uma pincelada nas pesquisas mais significativas que comprovam ou negam as afirmações populares sobre o “poder” medicinal da planta.

O último descreve algumas importantes doenças, como a babosa pode auxiliar no tratamento e que estudos científicos evidenciam seu papel terapêutico.
 

Leitura por tópicos

BLOCO 01:
- Um pouco da História
- O nascimento de uma medicina
- A descoberta da grande planta medicinal
- Duas medicinas que precisam se unir

BLOCO 02:
- A maravilhosa erva medicinal
- Poderosa fonte de saúde: testada e aprovada cientificamente
- Um bálsamo para as boas práticas alimentares
- Babosa para quem quer viver mais e melhor
- Erva amiga da pele e dos cabelos

BLOCO 03: 
- Terapêutica com a aval científico
- Câncer (babosa e ciência)
- AIDS (babosa e ciência)
- Artrite e Artrose (babosa e ciência)
- Osteoporose ((babosa e ciência)
- Gastrite (babosa e ciência)
- Acne (babosa e ciência)
- Diabetes Mellitus (babosa e ciência)

Seja muito Bem-Vindo(a) e Boa leitura. 


BLOCO 1
Um pouco da História


É sempre importante navegar nas páginas da História e compreender como o modelo de medicina que temos chegou ao patamar no qual conhecemos e de que forma outras abordagens de cura vem ganhando adeptos na nossa sociedade.

Por que a medicina natural se enfraqueceu ao longo do tempo e somente agora ela reconquista seu merecido espaço?

E onde a babosa entra nesse processo?

 

O nascimento de uma medicina

 

A mais remota evidência de agricultura data de 10.000 a.C., quando o homem até então nômade, buscou novas formas de obter mantimento e manejar plantas, nas primitivas tentativas de cultivo do solo.

Até então se subsistia de caça e da coleta de produtos silvestres, se locomovendo o tempo todo, comprometendo a sua própria procriação.

O fim da última Era Glacial proporcionou um crescimento de vegetação e recolonização de animais, se espalhando por todo o globo terrestre.

Com isso as fontes alimentícias se tornaram mais abundantes, fazendo com que os nômades vagassem menores distâncias em busca de alimentos. Assim, a fertilidade se favoreceu e a população começou a crescer.

Com o advento da agricultura, vem o uso das plantas no tratamento de doenças (chamado de fitoterapia). Ao contrário do que muita gente percebe ou talvez tenha esquecido, a fitoterapia é precursora da moderna farmacologia.

Esse momento, chamado de sedentarismo, gerou dependência entre os indivíduos, propiciando o surgimento de sociedades com as suas complexidades.

Dessa forma, a agricultura e a domesticação de animais se tornaram inevitáveis, provocando posteriormente a expansão agrícola e a origem do comércio.

Com o advento da agricultura, vem o uso das plantas no tratamento de doenças (chamado de fitoterapia).

Ao contrário do que muita gente percebe ou talvez tenha esquecido, a fitoterapia é precursora da moderna farmacologia. A quinina, por exemplo, foi um febrífugo por muito tempo antes mesmo de se tornar uma droga científica; No Egito, por volta de 1.500 a.C., houve grandes expedições em busca de plantas medicinais; Um papiro da cidade de Tebas escrito no mesmo período faz menção a centenas de plantas e seus usos terapêuticos.


No antigo Egito, a seiva da babosa forneceu saúde, beleza e “bálsamo da eternidade”. Os faraós a utilizavam para embalsamar as suas múmias...

 

Na invasão ao Peru, por Pizarro, em 1531, os nativos daquela região já faziam uso de folhas que somente muitos séculos depois foram introduzidos na prática médica; Antes mesmo da era Cristã, os chineses conheciam uma droga natural que só foi usada na medicina do ocidente a partir de 1923. 

Os gregos e romanos fizeram uso de plantas ricas de ácido salicílico para doenças reumáticas.

No antigo Egito, a seiva da babosa forneceu saúde, beleza e “bálsamo da eternidade”.

Os faraós a utilizavam para embalsamar as suas múmias.

Na China dos velhos tempos a babosa ofereceu seus espinhos aos imperadores com símbolos das “unhas dos deuses”.

Chegou à América do Norte como “médico silencioso” e na antiga União Soviética, como o “elixir da longevidade”. (Xavier, 2009)

Fenícios, Beduínos, Africanos, Árabes, Jesuítas, Norte-Americanos, Maias, Japoneses, Chineses, Nativos da América Central, enfim, diversos povos em variados tempos deixaram registros, assim como a própria bíblia, de experiências químicas, terapêuticas, alimentícias com essa planta que, até que se manifestassem consistentes estudos científicos, o universo do místico e da magia imperou por séculos.

Falando nisso, o renascimento, movimento cultural e científico da Europa, datado entre os séculos XIV e XVII, que se caracteriza por uma reação à mentalidade feudal, distinguida pelo teocentrismo, contribuiu para o homem adquirir uma postura mais racional e experimentalista em relação às coisas.

Embora o ser humano e a natureza ganhassem foco, influenciando as manifestações culturais daquela época, ao longo dos séculos o artificialismo exagerado das ciências e das artes o fez se afastar da naturalidade novamente, influenciando todos os aspectos de sua vida urbana.

Ainda no período da renascença a medicina natural e o uso de plantas naturais tiveram largo uso devido à volta das pesquisas, interrompidas na Idade Média, que retomaram conhecimentos e descobertas da Antiguidade.

E disso relatamos as velhas práticas da medicina caseira, em que se aproveitavam o grande potencial herbário da natureza com finalidades terapêuticas.

Todavia, vale ressaltar que ainda no período da renascença a medicina natural e o uso de plantas naturais tiveram largo uso devido à volta das pesquisas, interrompidas na Idade Média, que retomaram conhecimentos e descobertas da Antiguidade, porém, como nunca, com uma roupagem mais objetiva.

Com isso o cientificismo da medicina proporcionou na Idade Moderna o aprimoramento instrumental, de técnicas medicinais e remédios.

Dessa forma, vieram os antibióticos, as vacinas, a anestesia, os transplantes, o microscópio eletrônico, a radiografia, os ultra-sons, a pílula, dentre várias outras expressivas conquistas da ciência médica.

Todavia, a atividade humana se tornou auto-suficiente, inevitavelmente se afastando dos velhos usos e costumes da naturalidade.

Porém, nos dias atuais, a boa notícia, é que o crescente suporte recebido pela ciência para conhecer e explicar o poder terapêutico de fontes naturais e a tentativa de fuga dos efeitos colaterais das drogas sintéticas é que se fez necessário rever os antigos remédios que nossas bisavós com tanta proficiência usavam em suas gerações.

Estamos vivendo um momento de quebra de paradigmas.

Cada vez mais médicos e pesquisadores estão revendo seus conceitos em relação aos tradicionais remédios à base de ervas.

Publicações de livros sobre o tema se tornam uma constante todos os meses, aumentando o número de adeptos à alimentação fitoterápica. (Re)nasce assim, uma nova medicina.

 

A descoberta da grande planta medicinal


 A Aloe vera, da família Liliaceae, ficou por milhares de anos propagada pelo senso comum, até ganhar o status da planta mais pesquisada do mundo por cientistas de diversos segmentos como a Biologia, a Nutrologia, a Farmacologia, a Química Orgânica, a Botânica e a Medicina.

Ela também se mostra uma grande possibilidade no tratamento de doenças cancerígenas, segundo pesquisas.

Tem um alto potencial para fortalecer o “sistema imunológico, ativando os macrófagos, causando a liberação e a ativação de substâncias imunes e anticancerígenas como interferonas, interleucinas, promovendo o crescimento das células normais.” Assim cita Plaskett (1999), líder dos pesquisadores desse estudo.

Assim sendo, entram nos laboratórios de pesquisas as mais diversas espécies de plantas usadas pelos antigos para prevenir, tratar e curar doenças.


A babosa, há muito tempo seu suco, devido à ação emoliente, é indicado para inflamações, queimaduras, eczemas, queda de cabelo, etc.; A polpa para combater a oftalmia (calor nos olhos) e curar feridas; a folha despida da cutícula é um supositório para retites hemorroidais.

Naquilo que se pode classificar enquanto evidência científica está ainda a redução de açúcar no sangue em ambos tipos de diabetes, o combate aos radicais livres, a eliminação de dor, a cura de inflamação em artroses (e outras variedades de artrites) e ferimentos epiteliais (cicatrizante), limpeza do organismo, defesa do sistema imunológico, dentre outras propriedades.

Ressalva-se que se trata de afirmações dos mais diversos pesquisadores, não estando mais no âmbito das crendices populares ou do senso comum.

Dentre eles o médico britânico Ivan Danhof, especialista em Medicina Interna e Gastroenterologia, Fisiologia, Nutrologia e Microbiologia, uma das importantes autoridades dos nossos dias sobre essa planta.

Por essas e outras razões a busca por plantas medicinais está cada vez mais crescente.

Visto que o preparo de ervas que antes só eram encontrados em supermercados ou lojas de produtos naturais, se acham disponíveis em um número cada vez mais freqüente de farmácias que vendem chás de ervas e outros produtos como pílulas de alho, xaropes, pastilhas, loções de Aloe vera, dentre outros.

Sendo assim, o uso de ervas medicinais é uma das tradições mais antigas do ser humano. Os tradicionais curandeiros chineses e os médicos naturalistas continuam até hoje prescrevendo ervas medicinais, ainda associadas a métodos ortodoxos...


Em contrapartida, nas sociedades ocidentais, a maioria dos remédios é sintetizada artificialmente, até mesmo os derivados de ervas medicinais, sendo que somente cerca de um quarto de todos os medicamentos provém de ervas e outras plantas.

Em compensação, não é mais o avanço tecnológico que tem afastado a ciência das tradições milenares, muito pelo contrário, é um forte aliado cada vez mais presente da medicina caseira tão cultuada por nossos antepassados.

Isto é, nada mais e nada menos, que um retorno à natureza.

Um voto de confiança à sabedoria popular que em tantos milênios foi essencial no tratamento de várias doentes, porém hoje com um caráter cientificado.

 

Duas medicinas que precisam se unir

 

Várias ervas medicinais estão na mira de pesquisas que confirmam ou desaprovam indicações mais antigas de nossos ancestrais.

Os produtos fitoterápicos estão em crescente representatividade na indústria da farmácia. Os estadunidenses, por exemplo, movimentam 21,1 bilhões de dólares ao ano.

O Brasil, ainda muito distante desses dados, já sinaliza essa tendência também.

Isso se deve ao crescimento de um novo mercado.

Um aumento de usufrutos pela medicina alternativa e certo distanciamento em relação ao método convencional de tratamento a afecções. 

Os fatores são diversos que englobam a insatisfação com a medicina ortodoxa, a ineficiência de vários métodos de cura, os famosos efeitos colaterais dos remédios, a escassa relação entre médico e paciente, o tempo curto nas consultas, as esperas absurdas em hospitais públicos, os custos altos nas clínicas privadas, dentre outros.

Em contrapartida, a busca por outras formas de tratar doenças é alimentada pelo respeito à filosofia de vida do paciente, pela ênfase na dimensão espiritual e na visão holística do ser humano, pela condição ativa do paciente que tem controle pessoal pelo tratamento e, inclusive, tem bom relacionamento com o terapeuta sem qualquer atitude de superioridade deste, tempo favorável para consultas, simples acessibilidade, enfim, uma lista enorme de fatores de atração.

Recentemente pesquisas de Harvard atribuíram às doenças inflamatórias prejuízos ao coração, isto é, pessoas com artrite reumatóide, por exemplo, possuem risco dobrado de sofrerem um infarto ou parada cardíaca.

Dessa forma, o paciente recorre a analgésicos, sendo que, por outro lado, o uso desse medicamento em longo prazo também aumenta o risco de infarto, e ainda de AVC.

Contudo, não se pode menosprezar a medicina ortodoxa e sim integrar as duas formas de medicina. Aproveitar o potencial de cada uma e usar para aprimorar o cuidado com a saúde.

É essa “faca de dois gumes” que está fazendo as pessoas aderirem à saúde preventiva e a recorrerem a tratamentos naturais, pois, evitam chegar ao estado extremo de uma determinada enfermidade apelando para “cura” rápida, e passa a tratá-la com todo o tempo e cuidado necessário de que o corpo precisa para se recuperar de maneira saudável e sem efeitos colaterais.

Afinal, ninguém adoece da noite para o dia, salvo quando corpos estranhos adentram na nossa corrente sanguínea.

Fora isso, qualquer manifestação patológica precisou de anos para se cristalizar no organismo, devido a maus hábitos alimentares, a péssimas atitudes físicas, a um cotidiano estressante, ao estado de espírito perturbado, enfim, uma diversidade de fatores negativos ao bem-estar.

O imediatismo de resultados foi a porta aberta para a cultura do remédio sintético se prevalecer nos tratamentos à doenças, por vários séculos.

Outra forte vantagem que coloca as novas abordagens de cura no topo das listas de procura por pessoas enfermas é o grau de segurança nos tratamentos.

Vale quebrar o mito da inexistência de efeitos colaterais, todavia, incomparáveis com o dos produtos sintéticos.

Existem sim as contra-indicações da medicação natural, porém, quase nada prejudicial.

No entanto, estamos definitivamente vivendo a volta do homem ao antepassado da sabedoria e da naturalidade.

Com isso nosso bem-estar renasce e a esperança de usufruirmos a saúde “de ferro” dos ancestrais está cada vez mais possível.

Mas, ainda temos muito que rever de nossas opções alimentares e hábitos de vida.

Até lá a ciência nos premia com suas (re)descobertas da medicina caseira.

Contudo, não se pode menosprezar a medicina ortodoxa e sim integrar as duas formas de medicina.

Aproveitar o potencial de cada uma e usar para aprimorar o cuidado com a saúde.

Porém, essa integração não dependerá exclusivamente do paciente, sendo assim será preciso também a quebra do distanciamento entre os profissionais das duas vertentes de cura, buscando estreitar as diferenças e ampliar as opções de tratamento para a clientela.

Vale enfatizar que ambas possuem seus pontos fortes e suas fragilidades que podem ser complementadas entre si. 

Vamos então para as observações: ao sofrer um enfarte, por exemplo, não existe alternativa melhor que um hospital, o mesmo é valido para quem fraturou um braço, está repentinamente sofrendo uma forte crise asmática, levou uma picada de serpente, etc.

Isso se deve à instrumentalização avançada e ao preparo técnico e especializado dos profissionais convencionais para lidar com esses tipos de situações.

O papel de um fitoterapêuta terá uma participação secundária e será significativo quando o paciente estiver recuperando da crise.

O mesmo vale para doenças infecciosas que são melhores resolvidas com a medicina convencional.

Entretanto, a abordagem de cura e prevenção é mais eficaz quando o problema está relativamente controlado e aí sim entra a terapia alternativa.

Mas, isso não quer dizer que ela só sirva para prevenção ou uma pós-crise, pois problemas músculo-esquelético na região lombar e cervical apresentam resultados superiores nela, comparados com as técnicas convencionais.

Uma ordem perfeita no uso desses recursos poderia ser aplicada da seguinte forma: adequar os hábitos alimentares de maneira saudável, evitar atitudes negligentes à saúde como o fumo e o excesso de álcool, desenvolver a prática regular de exercícios físicos, equilibrar atividades da mente, de entretenimento e de descanso entre si, recorrer ao apoio fitoterápico ou outro tratamento natural, quando necessário e numa situação emergencial, intervenção quimioterápica ou cirúrgica.

Fazendo assim, não existe saúde que não se sobreponha.

 

BLOCO 2
A maravilhosa erva medicinal

 

            Informações científicas a respeito da babosa são inteiramente agradáveis em si, pois nos reportam à falácia dos povos antigos, de nossos antepassados, nossos avós, que sempre depositaram nessa planta medicinal a esperança de cura das mais diversas afecções.

Não obstante, é a mais popular no Brasil e talvez no mundo inteiro.

Muita gente duvida do múltiplo potencial terapêutico da Aloe vera, no entanto, as informações a seguir se fundamentam em estudos científicos.

Poderosa fonte de saúde: testada e aprovada cientificamente

 

 A Aloe vera, mais conhecida no Brasil por babosa, é uma das plantas medicinais mais popular que existe no país.

Todo mundo sabe de alguma utilidade dessa planta, que faz bem à pele, melhora cabelo, excelente cicatrizante de feridas, dentre outros.

Contudo, cada vez mais ela sai do mundo da sabedoria popular e adentra ao universo dos estudos científicos em diversas partes do mundo, desde quando fora enquadrada na taxonomia oficial e consolida nas terapias alternativas.


O que se apresenta quimicamente de tão especial nessas plantas medicinais para ter tantos efeitos terapêuticos já comprovados pela ciência?

As primeiras pesquisas, a mais de um século e meio, registram a principal substância ativa da Aloe vera, chamada aloína. De 1851 para os nossos dias, a quantidade de pesquisas sobre essa planta medicinal tem crescido espantosamente.

Somente em 1963 já se falava em mais de 200 publicações em âmbito mundial sobre os efeitos benéficos da Babosa.

O que leva um vegetal da medicina alternativa ser alvo de tantas investigações sistematizadas se não for o seu grande potencial terapêutico?

Um pesquisador de grande valor sobre a Babosa, o médico Robert H. Davis, professor emérito da Faculdade de Medicina Podiatric da Pensilvânia, que começou sua pesquisa ainda na década de 70, descobriu em experimento laboratorial que o extrato da folha dessa planta medicinal tem alto potencial cicatrizante, devido à presença de etanol.

Além da lignina, substância rara em vegetais, com elevada capacidade de penetração e transporte, catalogou polissacarídeos importantes para eliminação de dor e cura de inflamações.

Outro norte-americano, Bill Coast, dedicou a sua vida em estudos da Aloe vera.

Entre as décadas de 80 e 90, publicou um livro, “A cura silenciosa”, resultado de pesquisas que revelaram o potencial curativo desse tipo de ervas para várias enfermidades.

Dentre a eficácia dela, listou o poder de limpeza do organismo e de fortalecimento do sistema de defesa, o suficiente para eliminar uma gama de doenças.

Pelo Instituto de Investigação sobre a Acne, Fultron, em 1990, relatou a cicatrização de queimaduras com o suco de Babosa estabilizado.

O extrato do gel sobre a pele, estimula o crescimento de fibroblastos, células que sintetizam o colágeno, uma proteína essencial para a elasticidade da pele.

De acordo com os pesquisadores e médicos Stanley W. Jacob e Robert M. Hescheler, o gel da Aloe vera é um depurador na pele, eliminando impurezas e toxinas nas células, as reidratando e regenerando, além de reparar os tecidos.

Atua como antiinflamatório, ativa a circulação sanguínea, aciona o estado geral da pele, eliminando marcas, imperfeições e manchas existentes. Segundo seus relatos clínicos, essa planta medicinal é eficaz em acnes, alergias, picadas de insetos, asma, bursite e câimbras musculares.

Um sacarídeo presente nessas ervas, o acemannan, normaliza o metabolismo em nível celular. Conforme pesquisa da Universidade de Medicina de Fujian, na China, essa substância tem mostrado um excelente antiinflamatório do intestino, neutralizando enzimas lesivas, que inclusive danificam a mucosa do estômago.

Nos ensaios da Universidade de Saúde Fujita, Japão, relatou que a Babosa normalizou os níveis de açúcar no sangue de pacientes diabéticos.

Não é de se espantar que uma planta medicinal assim possua mais de 300 espécies, de todo o planeta, catalogadas.

Publicado no Journal of Vascular Diseases, em 2000, outro estudo avaliou pacientes com angina, dor peitoral proveniente da falta de sangue suficiente em músculos cardíacos, que após três meses de uma dieta com ingestão diária de 100 mg do gel de Babosa, reduziram os níveis elevados de LDL, triglicérides e lipídios, sem qualquer efeito colateral.

Só que o mais excepcional foi em mais três meses de uso, todos os indicadores atingirem níveis normais.

Em 2006, uma publicação feita pelo médico Lowrence Plaskett trouxe esperanças aos portadores de câncer.

Segundo ele, diante das pesquisas realizadas no mundo inteiro durante três décadas só em relação à planta medicinal na terapia do câncer, a Aloe Vera tem se mostrado útil para reforçar o sistema imunológico, reduzindo a carga viral, promovendo o desenvolvimento de novas células e revitalizando o organismo na luta contra as células cancerígenas.

O que se apresenta quimicamente de tão especial nessas plantas medicinais para ter tantos efeitos terapêuticos já comprovados pela ciência? Vamos nos ater à espécie mais completa e que é usada a sua parte interna, o gel,   que é a Aloe vera Barbadensis Miller

 Rica fonte de nutrientes, capaz de equilibrar uma dieta saudável. Só de vitaminas são seis:   Vitaminas A, B1, B2, B3, B6, B12, C e E; De minerais, mais de 20 e os principais são:   Fosfato de Cálcio, Potássio, Ferro, Sódio, Colina, Cobre, Cromo, Magnésio e Manganês.

 Açúcares como celulose, glicose, manose, aldopentose, L-raminose e acemanann, lípase,   alinase e  ácido urônico são responsáveis por muitas de suas propriedades terapêuticas.

 Em   relação às proteínas, dentre os oito aminoácidos essenciais, sete estão presentes   na  Aloe   vera barbadensis miller.

 Dos 14 aminoácidos secundários existentes, que podem ser   produzidos no nosso   organismo a partir dos essenciais, onze tem presença garantida na   babosa, agregando   força na reconstrução celular.

 Para fechar sua rica composição da Aloe vera, estão presentes cerca de 200 componentes   ativos, destaque para enzimas, como bradiquinase, catalase, celulase, creatina fosfoquinase, proteolitiase, fosfatase, amilase e nucleotidase, regulando o intestino e melhorando a digestão. 

Também ácidos graxos, dentre eles saponinas, que apresentam propriedades depurativas e anti-sépticas, e antraquinonas, analgésicas e laxativas, que em conjunto com outros compostos produzem o efeito imune no corpo.

Não é de se espantar que uma planta medicinal assim possua mais de 300 espécies, de todo o planeta, catalogadas.

Ainda mais, pertence a uma família de monocotiledôneas, denominada Lilácea, que sozinha responde por 220 gêneros e aproximadamente 3.500 espécies.

É uma das ervas medicinais que guarda muitos mistérios dentre suas variedades.

Sendo assim, é chegado o momento de se unir mais ainda o poder do conhecimento, buscando aprofundar estudos sobre os benefícios que nosso organismo pode ter na fitoterapia, com o poder das plantas medicinais, contribuindo assim para a melhoria da saúde humana. Muitas surpresas boas serão reveladas.

Como consegui essa tão valiosa fonte de saúde?

Muita gente se arrisca plantá-la e até usá-la, só que essas pessoas não sabem que da existência de centenas espécies, muitas delas, inclusive, altamente tóxicas.

As mais adequadas para uso em humanos são: Barbadensis Miller e Aloe Arborescens.

Utilizadas como matéria prima em suplementos nutricionais, medicamentos internos ou como cosméticos.

No mercado de vendas diretas existem algumas opções de sucos de Aloe vera que vem com alguns componentes ativos, auxiliando o tratamento de várias enfermidades.

Por exemplo, sulfatos de condroitina e glucosamina, ideal para problemas nos ossos e articulações como artrite, artrose, osteoporose, bursite, etc.;

Com uva do monte (cranberry), melhora o sistema urinário; Acrescido de pêssego, distúrbios do humor; Adicionado a frutas 

vermelhas, um coquetel de vitaminas e antioxidantes, vence a fadiga, o envelhecimento precoce e previne doenças do coração; Etc.

Produtos à base de babosa (Aloe vera), preferencialmente a Barbadenses Miller, que é a mais adequada ao pH humano e pela sua riqueza nutricional, que contenha pelo menos 6% de aloína, conteúdo que intermédia a casca e o gel, rica em lignina (substância responsável pelo grande poder de penetração nas camadas dos tecidos, alcançando as terminações nervosas a as células), saponina (analgésico natural que limpa o organismo) e antraquinona (substância bactericida, virucida, anti-inflamatória e eliminadora de toxinas), é uma excelente opção para regular as funções intestinais.

Sendo assim, é chegado o momento de se unir mais ainda o poder do conhecimento, buscando aprofundar estudos sobre os benefícios que nosso organismo pode ter na fitoterapia, com o poder das plantas medicinais, contribuindo assim para a melhoria da saúde humana.

Muitas surpresas boas serão reveladas.
 

Um bálsamo para as boas práticas alimentares

 

Uma pessoa definitivamente sadia é aquela que, além de não sentir dor ou qualquer sinal de enfermidade, tem uma alimentação saudável.

Essa pode ser compreendida enquanto um equilíbrio que ocorre entre os nutrientes ingeridos com aqueles dos quais o nosso organismo necessita para ter saúde.Os cientistas cada vez mais alertam sobre a relação inversamente proporcional entre dieta e doença. Nos dias atuais já se sabe que os hábitos alimentares e os fatores do meio são bem mais causadores de enfermidades do que a genética das pessoas, essas respondem por 10% a 15% das ocorrências. Não obstante, o câncer, o diabetes, as enfermidades cardiovasculares e outras, têm crescido nos últimos anos, quando se percebe uma queda na qualidade dos alimentos e na própria maneira de se alimentar da população.

A babosa, pela sua riqueza nutricional, é considerada um super alimento que pode satisfazer diversas carências alimentares do corpo.

A principal consequência do desequilíbrio no estado nutricional de uma pessoa é a ocorrência de doenças.

O requisito mínimo para as células se capacitarem na prevenção e cura de moléstias é recebendo uma nutrição adequada.

Quando alguém possui uma dieta correta, seu organismo se reveste de condições necessárias para vencer, por exemplo, um contágio, uma afecção na pele, alergias, problemas cardiorrespiratórios, entre outros.

Os cientistas cada vez mais alertam sobre a relação inversamente proporcional entre dieta e doença.

Nos dias atuais já se sabe que os hábitos alimentares e os fatores do meio são bem mais causadores de enfermidades do que a genética das pessoas, essas respondem por 10% a 15% das ocorrências.

Não obstante, o câncer, o diabetes, as enfermidades cardiovasculares e outras, têm crescido nos últimos anos, quando se percebe uma queda na qualidade dos alimentos e na própria maneira de se alimentar da população.

O açúcar, com o refinamento, se tornou um gênero impuro; a carne animal, um depósito de antibióticos e hormônios; as opções industriais de massa reduziram a representatividade dos vegetais nos cardápios diários; as verduras, as frutas e as folhas quando presentes possuem resíduos de agrotóxicos; e assim, várias toxinas e adiposidades vão minando o potencial de cura do organismo, ampliando o universo das doenças modernas.

Os benefícios não param por aí. A Aloe vera ajuda a curar feridas, aliviar queimaduras, evitar danos na pele por radiação, curar lesões provocadas pela psoríase, neutralizar acidez estomacal, aliviar as úlceras gástricas, reduzir o açúcar do sangue em diabéticos...

Quanto à riqueza nutricional da babosa, considerada a planta medicinal mais completa, ela tem ainda a vantagem adicional de fornecer substâncias que muito além de nutrir, permitem um melhor funcionamento do processo digestório, devido a ação das enzimas na sua composição, e da imunidade, graças a participação de hormônios e outros componentes ativos.

Vale ressaltar também o papel desintoxicante tão essencial mediante as opções alimentares encontradas no cotidiano.

Os benefícios não param por aí.

A Aloe vera ajuda a curar feridas, aliviar queimaduras, evitar danos na pele por radiação, curar lesões provocadas pela psoríase, neutralizar acidez estomacal, aliviar as úlceras gástricas, reduzir o açúcar do sangue em pacientes diabéticos, diminuir o edema provocado por artrites, amortizar infecções diversas, estimular a resposta imunológica contra o câncer, proteger contra o câncer de pulmão, dentre outras melhorias divulgadas por estudos realizados em várias partes do mundo.

Como se tornar usufruto de tantas vantagens?

Bebendo o suco do gel todos os dias.


Babosa para quem quer viver mais e melhor

 

 Se tornar saudável é um desafio cada vez maior que se propõe na vida moderna, mediante as contraditórias opções alimentares exercitadas e às atitudes de saúde praticadas, muitas delas um convite ao óbito.

Não obstante, na medida em que se envelhece o ser humano se torna mais vulnerável ao estresse diário e as consequências de uma má alimentação.

No entanto, pesquisas científicas revelam que, dentre outras, uma planta medicinal é capaz de atenuar os efeitos inevitáveis da melhor idade.

O envelhecimento é o resultado da ação dos radicais livres, que afetam o sistema imunológico, deixando o organismo mais suscetível a doenças.

Todavia, esse processo pode ser retardado.

Estudos clínicos têm comprovado que uma dieta à base de vitaminas e suplementos alimentares pode estimular a imunidade, melhorar a memória, diminuindo as chances de enfermidades como Alzheimer, enfim, beneficiar a saúde global inclusive de quem já se encontra na terceira idade.

Os suplementos nutricionais devem ser usados, principalmente, pelo idoso, para compensar as deficiências substanciais deixadas pela própria idade.

O cálcio, a vitamina D e o magnésio são agentes indispensáveis para ajudar o corpo a combater e prevenir às doenças cardiovasculares, o acidente vascular cerebral, a osteoporose, artrites, além de prevenir fraturas dos ossos.

Todavia, ainda na melhor idade é possível os benefícios na qualidade de vida, pois os efeitos da idade são atenuados e a pessoa se torna mais ativa e disposta a fazer o que mais gosta...

Nesse sentido a babosa (Aloe vera), planta medicinal mais completa de que se conhece no meio científico e popular, é uma fonte completa de minerais essenciais e vitaminas antioxidantes na medida certa para proporcionar ao organismo as devidas condições de batalhar contra doenças cardíacas, melhorando a função imunológica, diminuindo a deficiência visual e conservando a densidade óssea tão ameaçada com a idade.

Por acelerar os processos de desintoxicação e auto-cura, capacidade do corpo humano em recuperar a si próprio, a Aloe vera contribui para prevenir a degeneração e a retardar o envelhecimento do organismo.

Esse resultado ocorre devido às ações de regeneração dos tecidos, a permeabilidade celular, a otimização no uso de nutrientes, a eliminação de resíduos e toxinas, a regularização da circulação sanguínea, dentre outros benefícios.

Os gliconutrientes contidos nessa planta medicinal equilibram o sistema imunológico, devido ao melhoramento dos processos digestórios, que se beneficiam dos hormônios e enzimas presentes.

A ciência já comprovou que os gliconutrientes (açúcares essenciais) são importantes para estender o estado de juventude do corpo.

Eles aumentam a taxa de glutationa, um poderoso antioxidante que o próprio organismo produz.

Os efeitos da babosa estão vinculados às aptidões auto-regenerativas do corpo, visto que é natural a redução do nível da atividade orgânica, inevitável com o envelhecimento.

Sendo assim, é preciso que se inicie um programa nutricional à base de suplementação nutricional o quanto antes, para potencializar melhor os resultados preventivos sobre as enfermidades debilitantes da terceira idade.

Todavia, ainda na melhor idade é possível os benefícios na qualidade de vida, pois os efeitos da idade são atenuados e a pessoa se torna mais ativa e disposta a fazer o que mais gosta, pois, dorme e acorda melhor, apresenta mais resistência física, possui maior concentração, tolerância aos alergênicos, a gripes e a resfriados, além do equilíbrio emocional desencadeado pelo bem-estar geral produzido pela babosa.


Erva amiga da pele e dos cabelos

Cada vez mais a indústria cosmética lança produtos contendo componentes de planta medicinal até então usada com finalidade medicinal.

São xampus, condicionadores, loções, cremes hidratantes, géis dentais, gel para o rosto, maquiagem, dentre tantos, que deixa o consumidor com um leque grande de opções.

Muitos cosméticos não cumprem o que prometem, no entanto, vale à pena buscar o produto ideal.

Além das qualidades terapêuticas, a Aloe vera também tem espaço enquanto ingrediente de beleza, pois é rica em vitaminas e sais 

minerais, em oligoelementos como proteínas, frações lipídicas e outros componentes prodigiosos para hidratar, suavizar e revitalizar a pele e os cabelos.

Não obstante, se tornou uma das matérias-primas mais usadas em produtos cosméticos.

Seus princípios ativos naturais são antiacnéico, antiolioso, antiidade, anti-séptico, antiinflamatório, antisseborréico, graças aos atributos adstringente, emolientes, umectantes, descongestionantes, cicatrizantes, tonificantes, dentre outros.

E com a grande vantagem de não causar nenhuma agressividade ou irritabilidade, por ser hipoalergênico, além de atuar corrigindo uma variedade de estados.

O poder adstrigente se deve a sua ação sobre os poros e folículos pilosebáceos, que pela presença de taninos, flavonóides e ácido orgânicos, regula a sudorese, a secreção sebácea e ainda reduz seus diâmetros. 

O potencial umectante e emoliente se justifica pelas substâncias macromoleculares que formam uma proteção sobre a pele contra as agressões do meio externo.

A ação descongestionante é resultado do grande poder de penetração proporcionado pela lignina, que leva substâncias ativas em profundidade, facilitando o processo de renovação celular e a eliminação de impurezas. 

O processo de cicatrização acontece por conta dos retinóides, derivados da vitamina A, indispensável para o crescimento e integridade das superfícies mucosas e epiteliais, restaurando tecidos prejudicados de dentro para fora.

Nos EUA, um estudo atual sobre essa planta medicinal, realizado no Southwest Institute for Natural Source, revelou a sua eficácia em relação à cicatrização, aumentando a oxigenação de tecidos, através da ingestão do gel ou da aplicação local nas cicatrizes.

A tonificação ocorre por obra dos terpenóides, alcalóides, ácidos graxos e saponinas que agem na circulação periférica, ativando o metabolismo cutâneo, promovendo a supressão de impuridades interna e externamente às células, agindo igualmente como anti-sépticos; elastina para flexibilidade da pele, polissacarídeos para manter as células epidérmicas fortes e umedecidas, vitamina A como anti-oxidante favorecendo a regeneração da cútis e o processo de queratinização, são mais algumas das ações benéficas da babosa.

Nos EUA, um estudo atual sobre essa planta medicinal, realizado no Southwest Institute for Natural Source, revelou a sua eficácia em relação à cicatrização, aumentando a oxigenação de tecidos, através da ingestão do gel ou da aplicação local nas cicatrizes.

Associada a própolis, se mostra eficaz contra infecções como acne, psoríase, vitiligo e outras afecções cutâneas.

No entanto, é preciso escolher o produto certo. Cosméticos nas prateleiras de pontos de vendas, nos catálogos, na internet que contenha Aloe vera têm aos montes.

Deve-se ficar atento aos produtos naturais e, inclusive, àqueles com alguma certificação internacional de qualidade.

Por exemplo, o Conselho Internacional de Ciência da Aloe (IASC) comprova procedência e a qualidade da babosa usada nos produtos.

Os melhores itens da indústria cosmética se encontram no mercado de vendas diretas.

 

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 Terapêutica com o aval científico

 

A terapêutica da babosa se baseia no princípio de fornecer aquilo que o organismo necessita para que seu processo de auto-cura ocorra.

As informações seguintes isolam o uso dessa planta e aponta em que aspectos orgânicos ela provoque reações benéficas no organismo. Como dissemos anteriormente, ela tem efeito secundário, sem pretensões medicamentosas e se trata de um suplemento nutricional, que fornece os elementos essenciais para o corpo se recuperar das enfermidades.

Toda observação abordada aqui não substitui uma consulta a profissional de saúde devidamente qualificado.

Ela tem caráter informativo.

Embora, não se especifique os processos medicinais de tratamento e nem outras abordagens de curas ou preventivas, a planta é tratada enquanto um alimento essencial para ajudar o paciente e lhe dar com as mais diversas afecções, altamente graves, de uma maneira mais digna possível.
 

Câncer (babosa e ciência)

 

O câncer é uma doença que diagnosticada em fase inicial pode ser curada.

Após esse estágio, as chances de cura são minimizadas.

Se o organismo conseguir uma condição favorável de eliminar as células cancerosas, através de sua própria imunidade, a doença pode ser controlada.

Nesse aspecto, a babosa se mostra essencial na terapia contra o câncer, pois fortes evidências científicas e clínicas sobre a planta manifestam seu efeito em prolongar o tempo de sobrevivência e estimular o sistema imunológico, fortalecendo a imunidade e destruindo tumores cancerígenos.

 Ela não substitui os tratamentos convencionais.

O seu uso tem função complementar, nutrindo o organismo, melhorando a imunidade além de aliviar os efeitos colaterais das quimio e radioterapias.

Mas, vale ressaltar ainda o auto-controle nos aspectos emocionais e as opções de vida mais saudáveis, fundamentais na recuperação do paciente.

Um monossacarídeo que é produzido até a puberdade e que a partir disso somente é obtido pela alimentação é o Acemannan, presente na composição da babosa é uma substância constitutiva de todas as membranas celulares e sua presença é o que faz aumentar a resistência imunológica do organismo contra parasitas, vírus e bactérias causadores de enfermidades.

Nesse sentido funciona como chave para o fortalecimento imunológico do núcleo celular, que em infecções por HIV estão em quantidade insuficiente.

 A Aloe Vera além de melhorar a imunidade do organismo, ativando os macrófagos, liberando e ativando substâncias imunes e anti-cancerígenas, promovendo o crescimento de células normais, também supre o corpo dos gliconutrientes mais essenciais para o enfrentamento da doença.

Nesse sentido, a babosa auxilia no tratamento e se constitui num elemento fundamental de prevenção.

O gel da babosa também reduz a putrefação na flora bacteriana e a produção de resíduos de aminoácidos, melhora a eficácia do processo digestório, reduzindo o tempo do bolo fecal no intestino, corrige a hiperacidez do estômago e diminui os efeitos das bactérias nocivas, promove a maior retenção de água nas fezes, inibe a proliferação de micro-organismos, atua como anti-oxidante preservando a mucosa intestinal e seu efeito anti-inflamatório auxilia no tratamento de úlceras e colite.

O que desvenda a ciência.

Experimento sobre células danificadas pelo câncer provou que doses do gel da babosa interromperam o crescimento delas.

Ingredientes ativos na planta medicinal, que inclusive não estão presentes nas dietas triviais, como os açúcares manose, glucose, acetilglucosamina, xilose, dentre outros, foram constatados como altamente eficazes, conforme pesquisa de Reynolds, pois, fortalecem as defesas imunológicas.

O médico Lowrence Plaskett (2006) publicou em seu livro “Cancer Cover-Up”, que a Aloe Vera vem sendo a grande promissão para combater o câncer, devido a sua forte atividade no sistema imunológico combatendo os agentes invasores. Ele reforça que “a ação das substâncias da Babosa ativam e intensificam as respostas imunes, o que constitui uma das ações mais fundamentais e comprovadas cientificamente”.

Segundo o médico, diante das pesquisas realizadas no mundo inteiro durante três décadas só em relação à planta medicinal na terapia do câncer, a Aloe Vera tem se mostrado útil para reforçar imunidade, reduzindo a carga viral, promovendo o desenvolvimento de novas células e revitalizando o organismo na luta contra as células cancerígenas.


Outros estudos sobre as propriedades da Aloe Vera indicaram uma ativação no processo intestinal, denominado de fagocitose.

Avaliou-se o efeito da suplementação oral à base da planta e se obteve uma série de efeitos benéficos sobre o pH do estômago, a absorção e digestão de proteínas, se confirmando como uma ótima alternativa para a saúde gastrointestinal, logo, é preventiva contra gastrites e problemas intestinais, também fatores de risco para tumor maligno.

 
 
 

AIDS (babosa e ciência)

 

Nenhuma novidade, porém pouco disseminada, a babosa tem sido aprovada como um fitoterápico eficaz no tratamento dos sintomas do HIV, recuperando a imunodeficiência humana.

Pesquisas revelam que essa planta medicinal tem uma grande variedade de substâncias para prevenir e inibir os efeitos desse retrovírus.

Desde 1994, a babosa foi aprovada, por pesquisas biomédicas, como um fitoterápico eficaz no tratamento da imunodeficiência humana e no tratamento do “vírus” HIV. Ela é capaz de bloquear os retrovírus e reduzir os efeitos tóxicos dos mesmos, além de prover ao corpo um conjunto de nutrientes e componentes ativos indispensáveis para o bom funcionamento geral dos sistemas.

A saponina presente na composição, combate qualquer vírus, bactérias e fungos; O ácido ascórbico melhora a imunidade e elimina as infecções, juntamente com o tocoferol. 

O ferro aumenta a resistência às infecções, além de absorver o oxigênio para os glóbulos do sangue; Outro ácido presente, o fólico, auxilia na formação sanguínea; O acemannan, carboidrato mais abundante dentre os polissacarídeos da planta, tem ação eficaz contra doenças auto-imunes.

 Além do sistema imunológico, o tratamento da AIDS pode acontecer dieteticamente com o sistema nervoso.

Vitamina C, vitaminas do complexo B e zinco, através de suplementação, com doses diárias, podem revigorar a imunidade, regenerar e melhorar as células nervosas.

No entanto, é preciso orientação médica quanto à dosagem.

Nos aspectos de complementação nutricional, tem a tiamina, que facilita energia e o crescimento dos tecidos prejudicados; O sistema nervoso e os músculos se beneficiam da ação da colina juntamente ao magnésio e o manganês. 

O sódio em combinação ao potássio regula os fluidos do corpo e transporta os aminoácidos e glicose para o interior das células.

Enfim, é uma erva completa para prover aquilo de que o corpo precisa na defesa da sua imunidade, com a vantagem de nutri-lo.

Talvez se não fosse uma planta tão popular e acessível, seria o remédio mais explorado na terapêutica contra essa doença que tem minado as esperanças de muitas pessoas em todo o planeta.

O que desvenda a ciência.

Em 1989, estudo sistemático de regime nutricional, encabeçado por Reginald McDaniel e Terry L. Pulse, combinou o uso de uma bebida à babe de Aloe vera com uma suplementação de ácidos graxos com a finalidade de observar a influência na restauração da imunidade de pacientes e ampliar sua competência de combate contra infecções presentes e posteriores.

Os resultados foram satisfatórios, pois se constatou que a reprodução virótica diminuiu em 30 %, assim como a quantidade de vírus, além eliminar a disseminação deles para outras células e ainda reduziu a probabilidade de sobrevida das células contaminadas.

Outrossim, reduziu os efeitos tóxicos secundários do HIV.

Dez anos depois, outro estudo, dessa vez especificamente com um extrato de manose, um dos mais extraordinários monossacarídeos de Babosa, publicado na Molecular Biotherapy avaliou células do HIV-1, in vitro, na presença desses açúcares.

Esse procedimento inibiu a propagação do “vírus” em 30 %, reduzindo a carga viral, isto é, reprimiu a reprodução desses microorganismos e suas quantidades a partir de células infectadas.

 Igualmente, um programa de apoio nutricional para 29 pacientes com HIV-1, relatado pelo Journal of Advanced Medicine, revelou respostas positivas do sistema imunológico com tratamento à base de Aloe vera.

Os pacientes, durante quatro meses, tomaram diariamente um suco 100% puro da planta medicinal em doses de 140 mg, quatro vezes ao dia, juntamente com um complemento essencial de ácidos graxos e suplementos de vitaminas, minerais e aminoácidos.

Em 90 dias já obteve resultados significativos.

Houve uma mínima incidência de infecções oportunistas, fadiga e desarranjo intestinal, bem como um avanço de glóbulos brancos em todos os pacientes.

Dessa forma, os pesquisadores admitiram a influência da planta ativando das respostas imunológicas contra infecções.

Artrite e Artrose (babosa e ciência)

 

A babosa pode prevenir a artrite e reduzir a inflamação nas articulações de quem a possui.

Também inibe a reação imunológica associada ao tipo de artrite na qual o organismo ataca a si próprio afetando as articulações.

A melhor forma de consumo oral é através de sucos diários que podem vir acrescidos de cartilagem de tubarão.

Uma vez levado à sério um tratamento dietético, massagens locais podem complementar os resultados, intensificando a eficácia da dieta.

Loções contendo Aloe vera e com princípios ativos que suavizem, aqueçam e relaxem a região afetada, usadas diariamente, aliviam significativamente, amenizando o processo inflamatório.

O que desvenda a ciência.

Pesquisas em animais, nos quais foi injetada uma bactéria que causa os sintomas da artrite, como inflamação e edema, para avaliar os efeitos da babosa, verificaram-se seu forte potencial de prevenção.

Foi aplicado 150mg/kg de massa corporal debaixo da pele por 13 dias.

Os pesquisadores concluíram que conteúdos presentes na planta apresentam atividades anti-artrítica.

 A Aloe vera reduziu a inflamação em 79,7% e eliminou a resposta auto-imunológica em 42,4 % graças à presença de um ácido orgânico em sua composição.

Outra substância, a antraquinona, reduziu a inflamação em 79,7 %, porém sem resultado sobre a resposta auto-imunológica.

 Segundo pesquisas do médico Robert H. Davis, Professor Emérito da Faculdade de Medicina Podiatric da Pensilvânia, o gel da babosa tem se mostrado eficaz para eliminar dor e curar inflamações em artrites.

Tanto aplicado topicamente como loção, quanto usado oralmente em forma de suco.

Outro médico, G. R. Waler, da Okllhoma State University, publicou que a planta medicinal apresenta uma rica composição de aminoácidos, monossacarídeos, sacarídeos totais e esteróis com carga de elementos potentes de ação eficaz anti-inflamatória e analgésica, logo, essencial para dores articulares.

O médico inglês Ivan Danhof, grande autoridade sobre Aloe vera, bacharel em Biologia e Química, especialista em Gastroenterologia e Medicina Interna, mestre em Ciências da Nutrição e Microbiologia, doutor em Fisiologia, publicou que a redução dos processos inflamatórios da artrite se deve a ação de um polissacarídeo mucilaginoso da Aloe vera.

Pesquisadores como Greg Henderson, Michael T. Murray, Guillermo Pelly e Jeffrey Bland comprovaram em seus estudos, dentre as 14 propriedades da babosa, a função inibidora da dor, apresentando condições nem sempre observadas nos remédios analgésicos, e o papel anti-inflamatório, graças às pequenas cadeias de polissacarídeos encontrados na planta.

Osteoporose (babosa e ciência)

Devido à presença de gliconutrientes (açúcares essenciais) na Aloe Vera, ocorre o retardamento do envelhecimento e prevenção de doenças recorrentes da idade, dentre elas a Osteoporose.

A sua função regeneradora celular a hormônios na composição que acelera a formação e o crescimento de células novas.

A presença cálcio favorece a reposição óssea e ajuda as células a manterem seu frágil equilíbrio interno e externo.

Ela também contém 11 aminoácidos essenciais, necessários a formação e estruturação das proteínas, o que favorece a manutenção da densidade óssea.

O que desvenda a ciência.

Não citaremos estudos significativos em relação à Osteoporose.

No entanto, são pesquisas em função de avaliar a eficácia de nutrientes também encontrados na Aloe vera em relação à saúde óssea.

A pesquisadora Teresa A. Marshall, da Universidade de Iowa, fez testes em relação a suplementos nutricionais para contrabalançar as insuficiências decorrentes do envelhecimento.

Os elementos em destaque como agentes contra a Osteoporose, preventivos de fraturas e danos à massa óssea, foram a Vitamina D, o cálcio e o folato.

Esses três nutrientes se apresentam na composição da babosa na medida certa para ser aproveitada pelo organismo.

É o fosfato de cálcio o responsável pelo desenvolvimento e conservação dos ossos.

Recentes descobertas a respeito dos gliconutrientes fizeram uma revolução na ciência e na terapêutica nutricional.


Dos 200 monossacarídeos existentes na natureza, oito são essenciais para o organismo manter seu estado contínuo de saúde.

A falta de um deles já compromete o equilíbrio orgânico, desencadeando uma série de distúrbios.

A babosa apresenta três deles, a manose, a glicose e a xilose.

A mais importante para os ossos é a manose, que está envolvida em as ações fundamentais das células, inclusive, dentre uma infinidade de benefícios, agindo a favor da regeneração dos tecidos, e a xilose, que favorece os dentes.

Vários nomes da área médica confirmam e atestam diversas propriedades terapêuticas dos gliconutrientes, através de suas publicações:
Dr. McDaniel (diretor do Mannarelief Ministry), John Axford (docente da Faculdade de Medicina da USG, Londres), Dr. Benjamin Carson (Universidade John Hopkins, Baltimore), Dr. Alex Omelchuk (cientista canadense), dentre outros.

Gastrite (babosa e ciência)

Os sucos de Aloe vera que por conter saponinas são excelentes antibióticos naturais no combate de micro-organismos.

Por ser de uma fonte natural, só eliminam os micro-organismos que fazem mal ao organismo.

Suas duas propriedades, a inibidora da dor e a antiinflamatória são fundamentais para auxiliar contra a gastrite.

Isso se deve pela grande capacidade de penetração da lignina, substância transportadora dos elementos que bloqueiam as fibras nervosas periféricas, que são receptoras da dor, além de aliviar a dor nas áreas afetadas pela ação de uma cadeia de polissacarídeos em atividade antiinflamação, dentre vários órgãos, do estômago.

Por sua qualidade regeneradora celular, contribui para a mucosa gástrica se preservar, acelerando a formação e o crescimento de novas células, eliminando as envelhecidas.

A característica cicatrizante reverte úlceras iniciais em gastrite e recupera lesões avançadas, restabelecendo líquidos perdidos e reparando os tecidos lesados de dentro para fora.

Outra importante propriedade, que auxilia o estômago no desempenho de seus papéis é a digestiva.

Graças a enorme quantidade de enzimas na composição da planta, ajuda no processo digestório, facilitando as reações de hidrólises, decompondo os macros em micronutrientes para serem absorvidos pelo sistema gastrointestinal.

O que desvenda a ciência.

O médico Jonh Heggars, na década 1980, identificou a bioação regeneradora da babosa em pele queimada.

Nesse mesmo ano, ele confirmou a presença de ácido salicílico na planta e registrou as atividades de alívio da dor, exercendo ação antiinflamatória e antimicrobiana no organismo humano graças a esse princípio ativo.

Uma grande autoridade sobre a planta nos nossos dias, o médico inglês Ivan E. Danhof, da Universidade do Texas, publicou em seus tratados científicos sobre o polissacarídeo mucilaginoso da Aloe vera, responsável por diminuir a inflamação, logo indicado para afecções do estômago.

Outro pesquisador sobre essa erva medicinal de ampla importância no mundo científico, o médico Robert H. Davis, professor emérito da Faculdade de Medicina Podriatic da Pensilvânia, foi um dos primeiros estudiosos a demonstrar cientificamente o poder antiinflamatório, cicatrizante e inibidor da dor da babosa.

Distintas pesquisas (Bland, 2002) sobre o efeito da suplementação oral da babosa sobre o pH do estômago, absorção e digestão de proteínas, apresentaram resultados satisfatórios.

As pessoas envolvidas responderam positivamente ao tratamento e os efeitos sobre o sistema gastrointestinal não poderiam ser melhores: limpeza e proteção, destruição dos corpos estranhos e eliminação de toxinas.

Acne (babosa e ciência)

A ação antisséptica da Aloe vera é fundamental para prevenir ou combater a acne, por destruir os micro-organismos nocivos e manter os poros desimpedidos, eliminando o inchaço e o vermelhidão.

O efeito de alta eficácia anti-inflamatório e hidratante, ao mesmo tempo ativador do sistema imunológico, faz da planta uma opção incomparável para tratamento da pele acnéica.

Sua propriedade queratolítica facilita o processo de recuperação da pele danificada, acelerando a substituição celular, desprendendo-as e provocando uma renovação de tecidos.

Essa qualidade possibilita um maior fluxo de sangue nas veias e artérias, prevenindo-as de pequenos coágulos.

Todos esses benefícios podem se adquiridos através do uso tópico da babosa, em forma de pomadas ou loções, associado à ingestão do suco da planta.

O que desvenda a ciência.

Pelo Instituto de Investigação sobre a Acne, Fultron (1990), relatou a cicatrização de queimaduras com o suco de Babosa estabilizado.

O extrato do gel sobre a pele, estimula o crescimento de fibroblastos, células que sintetizam o colágeno, uma proteína essencial para a elasticidade da pele.

De acordo com os pesquisadores e médicos Stanley W. Jacob e Robert M. Hescheler, o gel da Aloe vera é um depurador na pele, eliminando de impurezas e toxinas nas células, as reidratando e regenerando, além de reparar os tecidos.

Atua como anti-inflamatório, ativa a circulação sanguínea, aciona o estado geral da pele, eliminando marcas, imperfeições e manchas existentes.

Segundo seus relatos clínicos, essa planta medicinal é eficaz, dentre outras afecções, em acnes.

Nos EUA, um estudo atual sobre essa planta medicinal, realizado no Southwest Institute for Natural Source, revelou a sua eficácia em relação à cicatrização, aumentando a oxigenação de tecidos, através da ingestão do gel ou da aplicação local nas cicatrizes.

Associada a própolis, se mostra eficaz contra infecções como acne, psoríase, vitiligo e outras afecções cutâneas.

Diversas pesquisas confirmam as curas nas inflamações e redução da excessiva formação de sebo da pele acnéica, atribuídos a terapia com o gel da babosa.

O ácido retinóico da planta, um derivado da vitamina A, foi o responsável por diminuir a produção sebácea.

Outros nutrientes, propriedades antibióticas e minerais (como o zinco) possibilitaram o controle da acne por longo período.

A ação bacteriana diretamente nos poros foi outro fator favorável e primordial no tratamento.

Diabetes Mellitus (babosa e ciência)

Do ponto de vista de que o diabetes não é uma doença de escassez de insulina e sim uma afecção do órgão que a produz, é viável que as atenções curativas estejam voltadas para o pâncreas, até porque o desequilíbrio insulínico, denominado de diabetes, não passa de um sintoma.

O gel da Aloe vera (babosa) apresenta na sua composição elementos para melhorar o empenho metabólico do açúcar e o esforço pancreático em relação à insulina.

Os nutrientes que estão na composição da babosa como preventivos e de controle do diabetes são o cromo, o glucomannan, o ácido linoléico, o ômega 3, o ômega 6, a taurina, o vanadium, a biotina e as vitaminas B3, E e C.

Eles estabilizam os níveis de açúcar no sangue e limpam o pâncreas, mantendo o organismo saudável por muito tempo.

Os gliconutrientes da babosa são alimentos funcionais contra os efeitos dos ácidos e toxinas presentes no órgão pancreático.

O picolinato de cromo favorece o fígado no uso da glicose contribuindo para sua otimização e componentes ativos da planta melhoram a utilização do ferro, elemento que evolui a eficácia na utilização dos açúcares.

Com isso, os níveis sanguíneos são controlados e a função pancreática é aprimorada.

Ainda porque, a Aloe vera contribui para cicatrizar as lesões nas paredes do pâncreas decorrentes da acidose.

Uma vez recuperado o órgão, adeus o diabetes.

O que desvenda a ciência.

A Aloe vera tem se mostrado a mais promissora com potencial antidiabético dentre uma diversidade de plantas medicinais estudadas.

O consumo dessa planta medicinal, conforme pesquisas clínicas, se mostrou eficaz para auxiliar no tratamento da doença, obtendo sucesso na redução dos níveis de glicose no sangue, bem como o melhoramento no funcionamento do pâncreas.

Um estudo clínico que envolveu 72 pessoas com diabetes mellitus, separou em dois grupos, um com indivíduos que seriam tratados com uma colher de sopa de babosa e outro com 5 mg de glibenclamide, duas vezes ao dia, antes e depois de dormir, durante 42 dias.

Quem só ingeriu glibenclamide não demonstrou melhora alguma, já no grupo da babosa houve redução significativa nos níveis de açúcar (duas semanas depois) e dos triglicerídeos (após a quarta semana).

Seguinte episódio de ótimos resultados com o uso da babosa em cinco pacientes diabéticos (não dependentes de insulina), relatado pelo Hormone Research Center, no qual se forneceu meia colher de chá do suco da planta todos os dias, durante 14 semanas, mostrou progressos contra a doença.

Em todos os pacientes, o nível de açúcar no sangue diminuiu em 45% sem haver perda de peso.

Outra pesquisa desenvolvida pela Experimental Pharmacology and Physiology verificou igualmente a ingestão do suco da Aloe vera, dessa vez em ratos diabéticos dentro de um período de 21 dias.

As respostas indicaram uma redução benéfica em vários índices sanguíneos, tais glicemia, colesterol, triglicerídeos, níveis de ácidos graxos, e em contrapartida, aumentando significativamente o plasma da insulina.

Depois desse período as taxas de LDL alto e o de HDL baixo se normalizaram.

 

 

 

 

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